A revista Fast Company elaborou algumas dicas para quem trabalha em casa. Para a publicação, a mudança de ambiente exige nova mentalidade e um bom sistema de gestão de atividades.
Eu, que trabalho dessa forma há algum tempo, ao invés do termo home office, prefiro o conceito de trabalho remoto. Essa terminologia é mais ampla e apropriada para tempos em que a tecnologia permite que você trabalhe de qualquer lugar (profissionais preferem locais alternativos, inclusive), utilizando gadgets distintos.
Outra opção cada vez mais comum é a adoção da jornada flexível de trabalho: quando as empresas permitem que funcionários aliem a rotina de suas atividades às necessidades da vida doméstica.
Na verdade, de acordo com alteração recente da CLT, a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, no que toca a direitos trabalhistas, fica cada vez menor. Nem tudo está definido, porém: em tempos de conexão constante, o que seria hora extra hoje em dia?
Eu, que trabalho dessa forma há algum tempo, ao invés do termo home office, prefiro o conceito de trabalho remoto. Essa terminologia é mais ampla e apropriada para tempos em que a tecnologia permite que você trabalhe de qualquer lugar (profissionais preferem locais alternativos, inclusive), utilizando gadgets distintos.
Outra opção cada vez mais comum é a adoção da jornada flexível de trabalho: quando as empresas permitem que funcionários aliem a rotina de suas atividades às necessidades da vida doméstica.
Na verdade, de acordo com alteração recente da CLT, a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, no que toca a direitos trabalhistas, fica cada vez menor. Nem tudo está definido, porém: em tempos de conexão constante, o que seria hora extra hoje em dia?
Para Douglas Rushkoff, há outras questões importantes. De acordo com ele, a tecnologia deve nos libertar do emprego. Rushkoff questiona se realmente buscamos empregos ou apenas os recursos que eles proporcionam, como comida, moradia e roupas.
Hoje, a economia valoriza mais a ocupação formal do que a produtividade, mas, pontua Rushkoff, o problema não é a escassez de bens, e sim a falta de oportunidades formais de trabalho. Ele finaliza esclarecendo que, historicamente, antes das corporações, as pessoas trabalhavam para si mesmas, produzindo bens e serviços que trocavam ou vendiam, e a maior parte da população prosperava dessa forma até o fim da Idade Média.